Devemos buscar a arte de aprender,
aprendendo, compreendemos a realidade,
e compreendendo, lendo e escrevendo,
cada vez mais, poderemos sonhar.
sábado, 28 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Silêncio
Silêncio
(latim silentiu)
s. m.
1. Estado de quem se abstém de falar.
2. Cessação de ruído.
3. Interrupção de correspondência.
4. Omissão de uma explicação.
5. Sossego.
(latim silentiu)
s. m.
1. Estado de quem se abstém de falar.
2. Cessação de ruído.
3. Interrupção de correspondência.
4. Omissão de uma explicação.
5. Sossego.
Memórias
Hoje, perdi uma peculiar parte de mim, sem ao menos tê-la, sem ao menos fazer nada, sem ao menos poder. Conforta-me a ilusão de acreditar que deveria ser assim. Mas eis que em um momento, em apenas um momento, vemos a ínfima lacuna que fomos diande da grande possibilidade que seremos. Por esses minutos de lucidez, brindo estes pensamentos a quem não sei definir, apenas, tão só, valorizar. Obrigado.
(19:00 à 19:30 - 12/11/09)
(19:00 à 19:30 - 12/11/09)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A mar
As ondas sondam,
O mar que encanta,
Os corações que amam,
Saudoso o vento canta.
Ontem, tu me mandas,
Tuas lamúrias, desencantos,
O coração feito pedra, quantos enganos,
Por ti bruxa-sereia, fui me apaixonar.
O mar que encanta,
Os corações que amam,
Saudoso o vento canta.
Ontem, tu me mandas,
Tuas lamúrias, desencantos,
O coração feito pedra, quantos enganos,
Por ti bruxa-sereia, fui me apaixonar.
domingo, 16 de agosto de 2009
E agora, amor?
Estilização do poema José de Carlos Drummond de Andrade.
E agora, Íkarus?
O amor acabou,
o sentimento cessou,
a ilusão sumiu,
a noite chegou.
E agora, Vicare?
E agora, você?
Declarando e recitando,
repercute os corações,
nos outros desperta,
sentimentos versáteis,
quem ama, não contesta?
Está sem essência.
Está sem falácias.
Está sem caminhos,
já não pode sentir,
já não pode amar,
viver já não pode,
a chama apagou,
a essência não veio,
o carinho não veio,
a felicidade não veio.
Não veio a ilusão
de que nada acabou,
onde tudo nasceu,
destinado pereceu,
e agora Glauco?
E agora, Ménade?E agora, Íkarus?
O amor acabou,
o sentimento cessou,
a ilusão sumiu,
a noite chegou.
E agora, Vicare?
E agora, você?
Declarando e recitando,
repercute os corações,
nos outros desperta,
sentimentos versáteis,
quem ama, não contesta?
Está sem essência.
Está sem falácias.
Está sem caminhos,
já não pode sentir,
já não pode amar,
viver já não pode,
a chama apagou,
a essência não veio,
o carinho não veio,
a felicidade não veio.
Não veio a ilusão
de que nada acabou,
onde tudo nasceu,
destinado pereceu,
e agora Glauco?
Sua oca palavra,
sua verborragia febril,
sua pena e tinteiro,
seu coração,
sua fatídica ação,
sua diluída verdade,
sua meticulosa incoerência,
seu amor? - E agora?
A mil passos branda então,
quer viver o amor agora;
amor sem essência inexiste.
Quer a simplicidade sincera;
mas escasso o peito ficou.
Ao passado quer regressar;
lembranças e nada mais.
Dionísio, e agora?
Repensemos o amor.
(Eu te amo, eu te amo, eu te amo...)
(30/04/09)
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